quinta-feira, 14 de maio de 2009
Tentei me informar sobre as novas regras da poupança, mas o comentário mais sensato que ouvi foi o do Sadenberg, logo após o anúncio da medida: se o direcionamento da poupança vai continuar sendo SFH, os juros de aquisição da casa própria permanecerão no patamar atual. Se realmente houver redução na Selic, adquirir um imóvel será um dos financiamentos mais caros, um dos ramos que mais empregam será desestimulado.Por outro lado, a procura por aluguel pode aumentar...Se o calote não estiver generalizado, pode ser que volte a ser um investimento atrativo. Mas,pelo o que conheço das instituições financeiras, haverá pressão para mudar o mapa 4, se isso ocorrer.
Perguntas que não querem calar: o limite de R$50mil será verificado por CPF? Por Instituição? Na declaração de IR? Será possível calcular R$50mil na poupança comum e R$50mil na vinculada à conta investimento? Se um casal tem poupança conjunta e a declaração do IR é feita em separado, vai ser considerado R$100mil?
A única vantagem que consigo perceber na ação do governo foi estar criando algo só para 2010, transparência que deve dar mais tranquilidade ao mercado.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Semana passada um colega, que é muito educado e a quem respeito, referiu-se a determinada pessoa como alguém que de forma singular aplicava o plural. Adorei o eufemismo e resolvi repetir a piada hoje. Não fui compreendida.
Os absurdos de hoje foram tantos, que um dia que tinha tudo para ser pesado foi, no final, divertido. Surgiu a idéia de escrever os “causos” vividos profissionalmente: quem for experiente vai se divertir com as piadas (ou o humor um pouco mais elaborado, como o transcrito acima), quem não tem ainda conhecimento vai aprender a como não fazer. Já tenho até uma co-autora para convidar: se dividimos uma área, por que não um livro lúdico e informativo?
sábado, 9 de maio de 2009
Escrevo em homenagem à minha amiga e leitora que há praticamente um mês acrescentou a seu discurso introdutório - “Tudo bem? Tá podendo falar?” – o “E o carro, já consertou?”.
Pois é, não havia dito nada à família, o assunto estava restrito aos colegas de trabalho e a quem estava comigo no dia do fato, mas o ocorrido foi um senhor, chinês, comerciante da região da 25 de março, que demonstra com ênfase/de propósito não saber português, ter conseguido bater no meu carro enquanto ele estava parado. Entrei em contato algumas vezes, mas apesar de ele ter dito que iria ressarcir, quando insisti, desligou o telefone. Pretendo distribuir a ação semana que vem.
Na romaria a orçamentos, descobri algumas práticas do mercado que me deixaram feliz por poder comprar carro zero. De publicável, aprendi que a maioria das pessoas somente pinta o parachoque (nova ortografia, esquisita, mas vá costumando-se), sendo que em regra há necessidade de conserto também na lataria. Como o parachoque tampa o amassado, ninguém arruma.
Eu preferi fazer o martelinho e pintar, mas realmente não tive como confirmar o serviço feito. Busquei o carro hoje e o Beberrão (sim, ele adora um álcool) está como novo. Ganhou até o seu primeiro banho – e então descobri que vou precisar polir o capô, pois o mesmo está levemente arranhado. Mas isso só depois da primeira revisão...
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